Associação Filhos e Amigos de Icó

Há quatro anos lutando por um Icó cada vez melhor!

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Amicó realiza o I Dia do Vaqueiro Icoense no dia 02 de julho

Por volta dos anos 194i data a última festividade oficial em homenagem ao vaqueiro icoense. De lá para cá transcorreram cerca de 70 anos e não mais se exaltou a figura símbolo do nordeste brasileiro e da Ribeira dos Icós, símbolo histórico-cultural-econômico do secular município.

A admiração por este ícone da cultura brasileira fez surgir a vontade de retomar aquela velha tradição e novamente dar ao vaqueiro icoense o reconhecimento que ele merece, por ser trabalhador disposto, valente, corajoso, que labuta todos os dias, sem direito a feriado.

O vaqueiro é um homem de identidade própria, muito ligado à religiosidade e à natureza, fazendo da fé a arma que o encoraja para enfrentar touros cujo peso é várias vezes superior ao seu, é a fé que lhe anima a correr nas matas fechadas do sertão pelo prazer de exercer essa tão bela e tão antiga profissão.

Hoje em dia, muito da cultura do vaqueiro vem se perdendo. As histórias e aventuras no mato estão deixando de ser contadas de geração para geração, os cavalos, fiéis companheiros dos vaqueiros, estão sendo substituídos por motocicletas, e dia após dia estamos perdendo a figura que nos identifica em qualquer lugar do país, a figura do vaqueiro nordestino.

Para evitar que, em um futuro próximo, nossos filhos não tenham nem idéia do que é um vaqueiro e de tudo o que ele representa, é que a Associação Filhos e Amigos de Icó (Amicó) vem realizar o evento intitulado como O Dia do Vaqueiro Icoense, dando vida às comemorações que existiram no passado de nossa cidade.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Icó, A Pricesa dos Sertões

As terras entre as serras do Cafundó, Camará e às margens do Rio Salgado eram habitadas por diversas etnias tapuias, entres elas os icós, icozinho, janduí e quixelô.

A colonização das terras de Icó data do final do século XVII e início do século XVIII. Os primeiros colonizadores da cidade eram conhecidos como "os homens do (Rio) São Francisco", que faziam parte de uma das frentes de ocupação do território cearense, a do "sertão-de-dentro", dominada pelos baianos, que serviu para tentar ocupar todo o interior cearense.

A entrada de Bartolomeu Nabo de Correia e mais 40 homens, chegou em 1683 e deu início à povoação conhecida como "Arraial Novo dos Icós", a sua primeira fase. Numa segunda fase, famílias se instalaram através das sesmarias e assim surgiram dois povoados às margens do Rio Salgado: o "Icó de Baixo" e o "Icó de Cima". Ambos, povoados dominados pelos membros das famílias Fonseca e Monte, respectivamente. Devido às constantes inundações, o povoado que prevaleceu foi o "Icó de Cima". Tanto na fase de descobrimento quanto na de assentamento, os conflitos com os índigenas foram constantes, até que a Igreja Católica interveio e conseguiu um tipo de pacificação.

A povoação foi elevada a vila em 1738, a terceira vila do Ceará, logo após Aquiraz e Fortaleza. Em 1842, obteve a categoria de cidade. Devido a sua importância econômica, Icó foi uma das cidades que tiveram projetos urbanísticos planejados na corte, Lisboa.

Com a intensificão e o sucesso da indústria do carne-seca e do charque no Ceará, Icó destacou-se durante esta áurea época como um dos três centros comerciais e de serviços do estado, juntamente com Sobral e Aracati, devido a abundância de água, localização estratégica na rota das boiadas. A "Estrada Geral do Jaguaribe" escoava as boiadas entre as fazendas de gado do Sertão do Cariri ao porto e centro de salgagem da carne salgada de Aracati. A "Estrada das Boiadas" ou "Estrada dos Inhamuns" escoava o gado e os produtos entre a Paraíba e o Piauí.

A partir do século XIX, com o final do Ciclo da Carne do Ceará, as plantações de algodão e café foram implementadas. Já na segunda metade deste a iluminação pública foi instalada..[10] Mesmo assim, Icó enfrentou um processo de degradamento político e econômico devido ao crescimento da importância política do Crato[10] e depois com a expansão da Estrada de Ferro de Baturité até a cidade do Crato em 1910, o que favoreceu o comécio de Iguatu.

Na primeira metade do século XX, Icó volta a ter importância devido ao projeto de combate às secas com o Açude Lima Campos e a BR-116.

Fonte: Wikipedia

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